A democracia como ética (a propósito das nomeações da EGEAC)
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A Câmara de Lisboa e a EGEAC entendem que não têm de prestar explicações sobre as nomeações no Teatro do Bairro Alto e no Museu do Aljube. Cabe-nos contrariar essa lógica, como se exige em democracia. Opinião de Aida Tavares
