Livro conta como Mequinho trocou o xadrez pela pregação religiosa
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A cena já devia ser surreal nos anos 1970, mas seria ainda mais impensável hoje: a bateria da Mangueira, representantes da torcida do Flamengo e estudantes suficientes para encher quatro ônibus aguardam ansiosos, no aeroporto do Galeão, a chegada de um rapaz baixinho, franzino, dentuço e de óculos de fundo de garrafa -o mais arquetípico dos nerds.
Leia mais (03/07/2026 - 12h05)
