Com plano bilionário, Lisboa aposta em áreas verdes como refúgios climáticos contra calor
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Ingrid, Joseph, Kristin, Leonardo, Marta. Estes foram os nomes das tempestades que, em ordem cronológica e alfabética, assolaram Portugal durante três semanas entre o fim de janeiro e meados de fevereiro. Rios transbordaram, telhados caíram, árvores tombaram -e a água e a ventania levaram de roldão reputações políticas e a confiança dos portugueses em seus sistemas de mitigação de eventos climáticos extremos.
Leia mais (02/24/2026 - 23h00)
