Ao proteger o ninho, STF arrisca perder o que sustenta sua autoridade
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Há 30 anos, inicio minhas aulas sobre comunicação política na universidade explicando que, em nossa especialidade, não nos ocupamos diretamente dos fatos ou da realidade. Disso tratam sociologia, história, economia e jornalismo. Na comunicação política, explico, ocupamo-nos das aparências: do modo como as coisas parecem ser, da percepção pública dos fatos, das convicções que pessoas e grupos formam sobre a realidade -ou sobre aquilo que se convenceram que a realidade é.
Leia mais (02/17/2026 - 16h50)
