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Vereador diz que é hora de rever gratuidades no transporte coletivo

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Menos gratuidades – Após um ano de discussões sobre o transporte público em Campo Grande, o presidente da Câmara, vereador Epaminondas Neto, o Papy (PSDB), avalia que é hora de rever as gratuidades nas passagens, hoje concedidas a estudantes, idosos, pessoas com deficiência, pacientes com câncer em tratamento e candidatos ao Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e vestibulares. “Quando foram concedidas lá no passado, era outro tempo, outra necessidade. A cidade era muito menor, era outro contexto.” Quem paga a conta? – Na visão do vereador, não só em Campo Grande, mas em todo o país, as leis de isenção precisam ser revistas, “seja de ônibus, água, luz ou imposto”, afirmou. Ele comparou a situação a uma forma de precarização dos serviços, como no caso do transporte público da Capital, apesar de os passes serem pagos por meio de convênio entre Estado e município. “Acho muito ruim quando parlamentares ficam insistindo em gratuidade porque essa conta acaba sendo repassada para alguém”, disse Papy. “A gratuidade está colocada no relatório como um dos pontos que contribuem para a precarização do transporte público”, complementou. Patrimônio da fé? – Evangélico e com base eleitoral cristã, o deputado estadual Lídio Lopes (sem partido) quer transformar as escolas bíblicas dominicais, realizadas em igrejas evangélicas, em Patrimônio Cultural e Imaterial de Mato Grosso do Sul, mesmo que a prática não seja exclusiva do Estado. Na justificativa, o parlamentar afirma que o objetivo é “incentivar a continuidade das atividades educacionais, religiosas e sociais por ela desenvolvidas e promover o reconhecimento da contribuição da Escola Bíblica Dominical para a formação cultural e social da população sul-mato-grossense”. Justificativa – Apesar de a proposta ser voltada às igrejas evangélicas, o deputado sustenta que a medida não cria “privilégio confessional” nem “interfere na liberdade religiosa”. Ele argumenta que milhares de pessoas participam dessas escolas aos domingos e que a iniciativa “desenvolve ações sociais, educativas e culturais que impactam positivamente as comunidades onde estão inseridas”. Bloco dos excluídos – Preso em Mato Grosso do Sul desde outubro de 2024, Rogério de Andrade, patrono da Mocidade Independente de Padre Miguel, passou o segundo ano consecutivo sem pisar em solo carioca e na Marquês de Sapucaí. Além dele, outros dois bicheiros famosos no Rio de Janeiro, Adilson Coutinho Oliveira Filho, o Adilsinho, e Bernardo Bello, ficaram de fora do Carnaval, festa com a qual o bicho é ligado intimamente. Rogério é interno da Penitenciária Federal de Campo Grande e os outros dois estão foragidos. Representante – Apesar de não marcar presença no desfile desta segunda-feira (16), Rogério terá uma representante na avenida: a mulher Fabíola Andrade, que é rainha de bateria da Mocidade. A esposa do contraventor até aumentou a equipe que a prepara para os desfiles. Até três anos atrás, segundo o jornal O Globo, tinha três pessoas que a acompanhavam; hoje, o número quadruplicou. Além dos preparadores, seguranças que fazem sua escolta durante as apresentações. Na Justiça  – O Órgão Especial do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) julgará nas próximas sessões ação proposta pela prefeita Adriane Lopes (PP) contra a Câmara de Campo Grande e lei sancionada pelo então prefeito Marquinhos Trad (PDT), que transformou cargos da Secretaria de Saúde em assistente de serviços de saúde. Trabalhadores que atuam como digitadores, motoristas, telefonistas, auxiliares de copa ou serviços gerais acabaram enquadrados na mesma classe hierárquica. Hoje, a administração municipal sustenta que a medida não foi mera reorganização administrativa, mas alteração estrutural de carreira sem concurso específico, o que é vedado pela Constituição. Trâmite – O pedido de liminar para suspender imediatamente os efeitos da norma ainda não foi analisado pelo Órgão Especial. O relator, desembargador Paulo Alberto de Oliveira, decidiu ouvir previamente a Câmara e a Procuradoria-Geral de Justiça antes de decidir sobre a cautelar. A discussão jurídica gira em torno de saber se houve simples reorganização de cargos ou uma “promoção automática” sem concurso público. ¿Qué xopa? - Esta coluna já havia mostrado que o empresário Gabriel Zahran, investigado em operação da Polícia Civil de São Paulo por fraudes financeiras já tinha retomado a rotina. No caso dele, voltou a praticar um dos hobbies preferidos, a pesca marítima. No Instagram, resolveu mostrar o destino e publicou viagem ao Panamá com grupo de amigos. E para ninguém dizer que poderia ser história de pescador, fez registro com os peixes capturados na empreitada. PS: O título desta nota é uma das expressões panamenhas mais comuns e significa "tudo bem?". Vazia - Denúncia anônima tentou colocar sob suspeita o concurso público da Câmara de Iguatemi, alegando que candidatos aprovados estariam sendo deixados de lado enquanto cargos comissionados continuariam ocupando funções que deveriam ser de servidores efetivos. O problema? A acusação chegou sem assinatura e sem provas concretas. O TCE-MS (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul) decidiu arquivar o caso. O concurso foi homologado este ano e ainda está dentro do prazo de validade, o que significa que a Câmara não é obrigada a convocar todos os aprovados de imediato.