Carnaval, álcool e canetas emagrecedoras: por que essa combinação é a pior possível
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A profissional de relações públicas Ana Victoria, 25, estava no segundo copo de cerveja quando sentiu a visão turvar. Era um sábado de pré-Carnaval em São Paulo. Ela havia comido uma tapioca de frango antes de sair de casa e chegado ao bloco por volta das 14h. Menos de uma hora depois, já no meio da multidão, veio o formigamento nos lábios e nas mãos. A pressão caiu. "Estava completamente tonta", lembra. O episódio durou a tarde toda.
Leia mais (02/13/2026 - 15h29)
