A esquerda não se deve fazer de morta até 8 de fevereiro
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O pior cenário para a esquerda seria não ter representação na segunda volta. O segundo pior é este. Não no resultado final, mas na dinâmica do debate. Sobretudo se não for sobre democracia, mas sobre uma “moderação” que a deixe toda de fora. Quem perde deixa voto disponível e determina os termos do debate da segunda volta. Em 1986 foi parte da esquerda, agora é a direita tradicional. Ela fará o seu combate, mas, numa votação que depende da mobilização, a esquerda não se deve fazer de morta
