Regulação demais, supervisão de menos: o caso Master e o perímetro dos fundos
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A proposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de transferir a regulação dos fundos de investimento da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para o Banco Central, apresentada como antídoto para "fechar brechas" após o caso do Banco Master, tende a errar o alvo. O Brasil não padece de falta de regulação; padece de regulação mal calibrada, com perímetro amplo demais e critérios fracos para distinguir o que realmente merece o regime intenso de tutela pública.
Leia mais (01/20/2026 - 22h00)
