Ataque iminente
Um ataque americano ao Irã poderá acontecer nas próximas horas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aconselhou americanos que ainda estão no Irã a deixarem o país enquanto é tempo. Ao ser questionado sobre a permanência de cidadãos dos EUA e de países aliados, Trump foi direto: “Eu diria que é uma péssima ideia não deixar a região”, indicando a gravidade do momento e a possibilidade de um ataque iminente.
Um pouco antes, pelas redes sociais, o líder americano enviou uma mensagem direta aos iranianos, pedindo que eles se apropriassem das instituições governamentais e disse que a ajuda está a caminho, sem esclarecer como e quando ela vai chegar.
A repressão violenta do regime contra a revolução que se instalou nas ruas do Irã, segundo dados oficiais divulgados por ONGs de direitos humanos, já matou duas mil pessoas, mas sabe-se que o número de mortos é bem maior e pode ultrapassar 12 mil assassinatos nas últimas 48 horas. Fala-se em até 20 mil mortos. Caso esses números sejam confirmados, este já é considerado o maior massacre da história recente do Irã.
Trump passou o dia no Gabinete de Crise, na Casa Branca, onde está reunido com seus conselheiros. Eles discutem os preparativos finais para um ataque iminente ao Irã que deverá acontecer nas próximas horas. Aliados do país xiita, como Rússia, China e Arábia Saudita, ameaçam retaliar e proteger o Irã caso os Estados Unidos deem início ao ataque. A Coreia do Norte está sendo monitorada de perto pelos americanos porque ameaça lançar ogivas nucleares contra o território americano caso se inicie um conflito com os aiatolás. O regime promete reagir e ameaçou destruir Israel. O momento é de expectativa e de tensão total em todo o planeta. O conflito entre os EUA, Irã e Israel pode sair do controle e, rapidamente, deixar as fronteiras do Oriente Médio para se tornar um conflito mundial.
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