Defesa recusa “demora” e responsabiliza ex-CEMGFA pela resposta militar à calamidade
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Ministério de Nuno Melo diz que não houve intervenção política nas decisões quanto ao estado de alerta das Forças Armadas, que levaram uma semana a chegar à "prontidão imediata" depois da passagem da "Kristin". Em respostas ao Bloco, a Defesa reconhece, porém, que é preciso "reforçar o planeamento" para responder às catástrofes no inverno
