O fim da História não foi o fim
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O erro mais insidioso continua a ser este: imaginar que o outro é o desvio. Que o inimigo é o anacronismo. Que a ameaça vem de fora. A verdade é mais difícil: o radicalismo, seja ele islâmico, cristão, secular ou ideológico, pertence ao mesmo ADN que nos criou. A mesma obsessão com o fim da História. A mesma convicção de que é possível recomeçar tudo à nossa imagem
